Esgotada por dar tudo de mim, e, ainda assim, nunca ser suficiente.
Esgotada por continuar sendo um cachorrinho, implorando por qualquer atenção, mas nada recebendo além de olhares tortos e desprezo.
Esgotada dos dias, dos ventos. Das conversas, dos gestos. Desse mundo de faz de conta, onde eu sequer tenho escolha.