A alma dói tanto que chega a sangrar. E eu volto àquele ano novo de 2009-2010, quando doía a ponto de não suportar mais.
Se eu tivesse entornado todo aquele vidro. Se tivesse sido menos covarde. Nada disso existiria agora. Seria poeira, multiversos invisíveis. Nenhuma dor, nenhuma prova, nenhuma depressão. Teria acabado naquela menina de cabelos longos, de rosto sem rugas, de sonhos sem pedaços.
Não valeu a pena. As pessoas, os lugares. Não valeu a pena.