Muito bom para ser verdade, né.
Lá vou eu repensar. Feito melhor que perfeito.
Liberdade, menina. Abre as asas e sente o vento fresco na cara.
Muito bom para ser verdade, né.
Lá vou eu repensar. Feito melhor que perfeito.
Liberdade, menina. Abre as asas e sente o vento fresco na cara.
Meu deus, será que era disso que eu precisava? Estravazar, mas não jogando todos os defeitos, faltas, negligências e infortuitos. Estravazar dizendo que está tudo bem, como vai. Ça va? - ça va.
Ainda estou incrédula sobre esse sentimento leve, é claro, portanto aguardemos a certeza do final de semana. Mas ainda assim... Não me vejo mais controlando meu cérebro a toda hora, não censuro pensamentos. Os pensamentos viajam em direção ao pudim, à tarefa do trabalho, ao final de semana, ao blog. Nada, ou quase nada relacionado.
Eu precisava me libertar. Libertar do rancor, do sofrimento. Sinto-me melhor "vingada" que se de fato regurgitasse todo o mal.
E, melhor, prefiro que não haja respostas. Porque sempre foi sobre mim. Não vou mentir que ainda checo ocasionalmente, claro, mas, no fundo, prefiro que seja exatamente assim. Era só sobre a liberdade mesmo, o ponto final na minha história.