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pro labore

De novo essa história?

O trabalhador não tem um minuto de paz nessa caralha desse mundo.

Dos sonhos

Parece que não importa quanto tempo passe, eu nunca vou esquecer. Não em um nivel consciente, claro, mas toda semana eu sonho pelo menos uma vez. E eu sempre sei, no sonho, quero dizer, admito o que jamais admitiria acordada.


Minha mãe diria que minha existência sequer é sentida, por que eu gastaria espaço mental? Eu diria que nunca me importei com isso. Esse argumento de que só eu sinto, de que a vida do outro continua, nunca bateu comigo. Não é sobre ele, é sobre mim.


Mantenho-me longe por meio de promessas. É entre eu e Nossa Senhora agora, é a resistência por recompensa. Não achei outro modo de fazer funcionar.


Tantos anos. Fui forte na esperança de passar. Agora aceito que talvez não passe nunca. Que bom que no passado escolhi a mim. Não sei se teria essa força hoje.